As mudanças climáticas e os eventos extremos de secas e enchentes evidenciaram que a Amazônia possui importância capital para o equilíbrio climático do planeta. E a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) terá uma semana para debater sobre o “Rio Solimões: vida de esperança para os povos da Amazônia”, durante o XI Encontro Internacional de Pesquisa em Ciências na Amazônia (XI Eipecam). O evento iniciou na segunda-feira (4/11) e segue até sábado (9/11), no Centro de Estudos Superiores de Tabatinga (Cestb/UEA).

Para a acadêmica Amazônia Macedo da Silva, do curso de Geografia do Cestb/UEA e que carrega no nome o maior e mais importante bioma do Brasil, o evento virou tradição em Tabatinga (distante a 1.117 quilômetros de Manaus). “Existe a oportunidade de levarmos nosso conhecimento à comunidade e trazermos a comunidade para dentro do campus. É uma experiência única porque é o momento que a gente realmente faz ciência, onde faz sentido você estar num campo, estar na situação de mediador desse conhecimento. Isso é extremamente gratificante”, observou.
A reitora da UEA em exercício, Prof.ª Dra. Kátia Couceiro, participou da cerimônia de abertura do evento; além do reitor Universidad Nacional de la Amazonía Peruana (Unap), Dr. Rodil Tello Espinoza; do diretor do Instituto Amazónico de Investigaciones (IMANI/UNAL), Prof. Dr. Arturo Samuel Gomez Insuasti; do diretor-geral do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia do Amazonas, Campus Tabatinga (Ifam), Prof. Me. Nicolas Andretti de Souza Neves.




Também participaram da abertura do evento, a diretora da Assessoria de Relações Internacionais (ARI/UEA), a Prof.ª Dra. Vanúbia Moncayo; o diretor da Agência de Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual (Agin/UEA), o Prof. Dr. Antônio Mesquita; o diretor do Cestb/UEA, o Prof. Dr. Edilson de Carvalho Filho. Durante a abertura do evento, ainda foi assinado o termo de cooperação técnica entre a UEA e a Universidade Nacional da Amazônia Peruana (Unap).
O coordenador-geral do XI Eipecam, prof. Dr. Bruno Gomes de Araújo, destaca que a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) é a principal fomentadora do evento o que torna possível a integração regional da Amazônia fronteiriça (Brasil, Colômbia e Peru) através da ciência.
Sobre o XI Eipecam
O XI segue com atividades como mesas-redondas, minicursos, apresentações acadêmicas, feiras de ciências, exposições artísticas, além da participação de palestrantes nacionais e internacionais (Colômbia e Peru).
O evento reúne acadêmicos, pesquisadores, estudantes e a sociedade civil para discutir ciência, conservação e desenvolvimento sustentável que envolve a dinâmica ecossistêmica do rio Solimões na Tríplice Fronteira Amazônica (Brasil, Colômbia e Peru).







