Protagonistas em um cenário totalmente adverso, mulheres servidoras da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) revelam sua força durante ações realizadas na maior crise sanitária da humanidade. Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a universidade destaca e homenageia algumas dessas guerreiras que não medem esforços para contribuir na luta pela preservação da vida e representam o empoderamento feminino de todas as mulheres da universidade pública brasileira.
Encabeçando uma das maiores e mais importante ações de preservação da vida, a estudante indígena da UEA, Vanda Ortega, da etnia Witoto, foi a primeira mulher a ser vacinada no Estado contra a Covid-19, no dia 18 de fevereiro de 2021. Levando conscientização e engajamento no processo de imunização, a indígena salientou que o momento histórico representou esperança de vida e orgulho para seu povo. “A vacina é muito importante para os indígenas e para o povo brasileiro. É a garantia das nossas vidas”, pontuou.
A empatia e solidariedade também tem sido a voz e bandeira de diversas alunas da UEA nesse momento de enfrentamento. E foi com esses sentimentos que a aluna do curso de Engenharia de Produção, Camilla do Carmo, com apoio de outros discentes da instituição, iniciaram uma campanha de arrecadação de produtos para ajudarem mulheres em situação de vulnerabilidade.
Em depoimento, a aluna enfatizou a importância da união, do amor ao próximo e da sensibilidade para aqueles que sofrem com os impactos promovidos pela pandemia. “Além de ajudar com produtos de higiene, queremos levar esperança e dignidade para essas mulheres que se encontram em situação de muita dificuldade”, disse a aluna.
Empenhada na missão de ajudar os profissionais de saúde do estado na luta contra o Coronavirus, a acadêmica do curso de medicina da UEA, Tânia Ramchandani, uniu esforços com outros alunos para produzirem máscaras de proteção facial, utilizando impressoras 3D, nos laboratórios da sua Escola de Tecnologia (EST).
“Esse projeto representa o verdadeiro espírito humano da UEA. Alcançamos a marca de cem mil protetores faciais produzidos, isso representa o sentimento de dever cumprido e a confirmação de nossa missão: salvar vidas”, salientou.
Ajudar a população com orientações e informações confiáveis sobre a Covid-19 e, também, com acolhimento psicológico, tem sido o papel da coordenadora do serviço de Chatbot da UEA, professora Dra. Elielza Guerreiro. O sistema tem como proposta auxiliar as pessoas a trabalharem melhor suas emoções e seus sentimentos para que possam aprender a lidar com as situações recorrentes dessa pandemia.
Encarando a pandemia como a verdadeira missão da sua profissão, a egressa da UEA e agora enfermeira, Andressa Dantas, decidiu antecipar a formatura para servir a população e atuar na rede pública de saúde do Amazonas para contribuir no combate a Covid-19 e na preservação da vida.
“É um desafio muito grande para nós enfermeiros, mas, ao mesmo tempo, uma oportunidade de a gente exercer tudo o que aprendeu, promovendo a saúde e, também levando esperança para a população do nosso Amazonas”, comentou.
Essas são algumas das histórias que representam as milhares de mulheres que trabalham e se dedicam, todos os dias, na UEA para transformar a realidade dos amazonenses e, ao mesmo tempo, confirmar o compromisso da universidade com as ações humanas e sociais do nosso Estado. A UEA parabeniza e agradece o apoio de todas as servidoras da instituição.






