Membros do Comitê Técnico Interinstitucional de Saúde Integral LGBTQI+ reuniram-se nesta terça-feira (24), no auditório da Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Amazonas (ESA/UEA), para revisar e aprovar o Plano Operativo da Política Estadual de Saúde Integral LGBTQI+ do Amazonas, que conta com a participação de professores da UEA em sua elaboração. Com vigência prevista para o biênio 2022-2023, o plano visa a promoção e a consolidação de políticas voltadas para pessoas LGBTQI+ na capital e no interior.
A política foi construída pelo Comitê Técnico Institucional em Saúde Integral LGBTQI+, em uma cooperação de membros da UEA, Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Participam também organizações da sociedade civil como o ‘Coletivo Miga sua Loca!’, Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Amazonas (ASSOTRAM) e ‘Associação Manifesta’.
Segundo o professor da UEA, Denison Aguiar, o plano estadual é uma ação importante na promoção de direitos humanos à população LGBTQI+ do Amazonas, pois é por meio dele que são implementadas as portarias nacionais que envolvem a garantia de políticas de saúde à comunidade.
“Hoje, vivemos um marco histórico na promoção de direitos à saúde da população LGBTQI+ em Manaus e no interior, sendo referência nacional e internacional. A UEA desponta nesse caminhar, uma vez que tivemos a participação de diversos professores dos cursos de Direito e de Medicina, o que possibilita uma união de esforços visando a efetivação dessas políticas no Estado do Amazonas”, enfatizou o professor.
Vinculados ao curso de Direito e Medicina da Universidade, a UEA conta com a Clínica de Direito LGBTQI+; Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistência à Saúde Integral LGBTQI+ da UEA e o PROPAZ/UEA, co-coordenada pelos professores Denison Aguiar, André Machado, Dária Neves, Mariana Brock e Vivian Marangoni.







