Reitor recebe universitários responsáveis pela produção de 100 mil protetores faciais

A equipe veio agradecer o apoio e o reconhecimento da instituição para os voluntários do projeto, que trabalharam durante o pico da pandemia de Covid-19.

Na manhã desta segunda-feira, 14, o Reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo de Almeida Costa, recebeu o grupo de discentes dos cursos de Medicina e Engenharia da UEA, responsáveis pela produção dos protetores de face, doados pela UEA e utilizados amplamente na rede de saúde da capital e do interior. A equipe veio agradecer o apoio da instituição para os voluntários do projeto, que trabalharam durante o pico da pandemia de Covid-19, nos laboratórios da Escola Superior de Tecnologia (EST/UEA).

“Estamos falando de gratidão. Alunos que se doaram durante a pandemia e fizeram total diferença. Eles produziram mais de cem mil protetores faciais, desenvolveram diversos produtos que ajudaram as equipes de saúde durante a pandemia, salvaram milhares de vidas e estão aqui, voltando para a Universidade para agradecer a oportunidade. Somos nós que agradecemos por eles existirem e serem a própria Universidade, jovem e inovadora. Estão aqui aprendendo responsabilidade social, saíram de casa num momento muito difícil para doarem tempo e disposição em nome do bem comum e isso não tem preço. É um aprendizado para a vida. Da união do grupo, surgiu uma Startup. É empreendedorismo, uma face que buscamos para a nossa universidade, desenvolver produtos que façam a diferença na vida das pessoas”, disse o Reitor.

A Startup é a Lazuz, que une inovação e tecnologia para gerar produtos que facilitem a vida das comunidades. A estudante de medicina e integrante do grupo, Tânia Ramchandani, diz que a Lazuz começou com um sonho. “Apresentamos o projeto ao Reitor que, prontamente, nos apoiou. Ele depositou uma esperança extraordinária na gente e conseguimos fazer o trabalho, por causa da confiança e amor que recebemos da UEA. Fomos acolhidos e ajudados por todos os colaboradores dessa instituição e alcançamos nosso objetivo. Até hoje, ainda no meio da pandemia, estamos juntos trabalhando na startup, tentando desenvolver próteses e inovar com todo conhecimento que a UEA nos deu”, completou.

Texto: ASCOM UEA

Foto: Gerson Freitas/ASCOM UEA

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