UEA e a interiorização na Escola Santo Antônio

Pesquisa aponta que 60% dos professores da Escola Santo Antônio formaram-se na UEA.

O egresso do Curso de História do Centro de Estudos Superiores de Tefé da Universidade do Estado do Amazonas (CEST/UEA), Fransoar Souza dos Santos, Fransoar Souza dos Santos, e mais três discentes da Escola Santo Antônio, as alunas Maria Júlia Santos (2° ano), Vanessa Irineu Manoel (1° ano) e Valdenisia Costa Lopes (1° ano), constataram em pesquisa que 60% do corpo docente da Escola Estadual Santo Antônio, localiza no município Santo Antônio do Içá, formou-se na UEA.

O trabalho intitulado “A Universidade Pública sobe o Rio Solimões: Construindo uma prosopografia dos docentes da Escola Estadual Santo Antônio no município de Santo Antônio do Içá – AM”, analisou os docentes da Escola Estadual Santo Antônio, entre os anos de 2000 a 2020, tendo como objetivo traçar um perfil social dos professores que lecionaram e lecionam e qual a universidade que mais formou os professores que atuam nessa escola.

O professor, que hoje atua na Escola Estadual Santo Antônio, afirma a importância da pesquisa para que o aluno perceba como se constrói o conhecimento histórico e que ele conheça a história da instituição onde estuda, atribuindo, deste modo, valor para o seu cotidiano escolar. “Era necessário conhecer os homens e mulheres que ministraram e ministram aula nessa escola, para através de suas vidas compreendermos um pouco desta instituição educacional”, salientou.

Ensino Médio e Superior: juntos na pesquisa

O docente ainda comenta a importância das estudantes Maria Santos, Vanessa Manoel e Valdenisia Costa, terem sido inseridas no mundo da pesquisa, uma vez que isso é uma ponte fundamental para o ensino de qualidade. “Permitir aos alunos que os mesmos entrem em contato com a produção do conhecimento é essencial para o desenvolvimento cognitivo dos mesmos, pois permite que este se situe no ambiente de construção dos saberes”, declara.

Fransoar ressalta a relevância da presença desses profissionais nos municípios. “A existência de uma instituição de nível superior pública no interior do Amazonas é fundamental. Ela muda a vida financeira das pessoas, muda o pensamento da comunidade, lógico, enquanto projeto de longo prazo. E a UEA tem feito”, finalizou.

A pesquisa recebeu o financiamento do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e a parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (SEDUC).

– Leia a pesquisa completa em anexo.

Texto: Thalita Bandeira ASCOM/UEA.

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