UEA, em parceria com SES-AM e Samel, reativa Chatbot para orientar sobre a Covid-19

Em 2020, o Chatbot da UEA realizou mais de 92 mil atendimentos de pessoas com sinais e sintomas de Covid-19.

Com a finalidade de esclarecer dúvidas sobre o novo coronavírus, prevenções e tratamentos, com informações confiáveis e de qualidade de especialistas que possam ajudar no processo de enfrentamento ao vírus, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde e Samel, reativou nesta terça-feira (26/01) o serviço de Chatbot. O atendimento gratuito para toda a população do Amazonas será realizado exclusivamente pelo aplicativo da Samel.

O serviço contará com o atendimento médico, psicológico, triagem e monitoramento dos pacientes. Funcionará de segunda a sexta-feira e, também aos fins de semana e feriados, das 7h às 23h.

A coordenadora do projeto, professora Dra. Elielza Guerreiro Menezes, destaca que o Chatbot da UEA terá o apoio de uma equipe multidisciplinar formada por 100 profissionais entre Enfermeiros, Médicos, Psicólogos, Odontólogos, Fisioterapeutas, Farmacêuticos, Biólogos, Residente de Enfermagem e alunos da área de saúde do 8º período.

“O nosso objetivo é fazer uma triagem utilizando uma classificação de prioridade que contemplam uma pontuação nas cores: Cor azul: não urgente; Cor verde: pouco urgente; Cor laranja: urgente; Cor vermelho: emergência. O atendimento médico será mediado por teleconsulta, prescrição e monitoramento até a alta. É importante a reativação do Chatbot para atender a população por meio da triagem, desde aquelas que apresentam sintomas leves a sintomas graves para reduzir o fluxo de atendimentos nas unidades de saúde que já estão lotadas”, enfatizou Elielza.

Atendimentos em 2020

O aplicativo Sasi, lançado no dia 1º de abril de 2020, realizou 92.477 atendimentos de pessoas com sinais e sintomas de Covid-19 e teve, entre os usuários, nota de satisfação 4,8 – em uma escala que vai até 5. Por meio da consulta os médicos conseguiam identificar os casos leves e assim fornecer orientações para os cuidados em domicílio. Nos casos de pacientes com sintomas mais fortes, o paciente era orientado a procurar uma unidade de saúde.

Texto: Gerson Freitas/ASCOM UEA

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